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"There is no such thing as a free pussy".

Friday, February 06, 2004

A TEnSÃO SEXUAL E A CIÊNCIA 

Todos nós sabemos, gajos e gajas estudiosos, que quando nos pomos a queimar as pestanas com os calhamaços que nos enchem a mona de conhecimento e discernimento, há uma tensão que se avoluma nos machos e se molha nas fêmeas. Não sei qual é a ligação reflexa entre os neurónios aferentes ao córtex cerebral, que nos ajudam a memorizar as ideias e reflecti-las, passando pelo corno de amon e por uma via alternativa, e o sistema límbico que nos põe o caralho em pura barra dura e hirta e a coninha com as glândulas de bartolin a secretar e a decretar nos músculos coccígeos contracções involuntárias, mas que há uma ligação há (pero que las hay), tipo chave na fechadura, causando pura tesão na piça e na cona a ansiedade de ser comida.
Não é invulgar nas salas de estudo e nas bibliotecas universitárias, no meio da atmosfera aonde pesa a sapiência, ver-se um gajo passar a mão, e a dar um apertão ao mangalho através das calças, quase que automática pela braguilha inflamada, numa tentativa inútil de amansar a fera assanhada que se encontra debaixo das cuecas, a fazer tensão nos botões das calças. Idem aspas à gaja que estuda, sentindo uma quentura de dentro para fora entre coxas, e um aperto que lhe dói do grelo em erecção viçosa, vermelha e dorida, e que aumenta ainda mais porque sabe que não pode contar com a polpa deliciosa do dedinho da dona a bolina-la em deleite. E nada pode fazer ali, porque como a rata se encontra na reentrância que Deus lhe deu, e porque daria muito nas vistas esfrega-la ou enfiar algo, limita-se a fazer movimentos de abre e fecha das coxas, na pouca frutífera arremetida para apagar o fogo da crica que se escalda e se escorre. O que acaba por acontecer é tal a ansiedade de chegar à casa e esgalhar uma ou esfregar a rata até arder de tanta punheta, que a ciência, a crica e o caralho, ficam todos prejudicados.
Propúnhamos então, a criação de salas de foda, à semelhança do projectado para os dependentes do cavalo, e que seriam espaços insonorizados (não fossem os gritos de lascívia das donas das conas fodidas e os donos dos caralhos a enterrar ter um efeito contrário ao pretendido: causar o pandemónio nas mentes e promover a foda a descontrolo) inseridos dentro das bibliotecas públicas e zonas aonde se trabalha a mente. Quem estudou e estuda a gosto, sabe que pelo menos duas fodas diárias seriam os mínimos para que a mente estivesse aberta para outras jornadas além do esfrega-que-é–bom. Por isso, cada estudante teria direito a um cartão que lhe permitiria (magnético, é claro), a dar duas fodas diárias (uma de manhã e outra à tarde se assim quisesse distribui-las) se tivesse companheiro/a, ou então a bater a suas duas pívias. Essas salas seriam munidas de limpeza automática e seriam instaladas as quantidades que fossem necessárias para suprir a demanda. Resta dizer que quem não utilizasse as suas fodas, ficava com créditos para dias de maior frescura.
Tudo isso, é claro, de maneira a reduzir esse stress do caralho e da cona, a bem da ciência!!


"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

Tuesday, January 13, 2004

Cona versus Caralho 

O dislate da separação entre a cona e o caralho nasceu na noite dos tempos, entre os donos das conas e dos caralhos, na chamada Guerra dos Sexos, em detrimento dos interessados, abalando os pilares milenares da “Foda Clássica”. Questiúncula essa que vem desde esses tempos obscuros, traumatizando três quartos da humanidade, porque o quarto gay não é lesado (não estará o lobby gay envolvido? Lanço esse repto). A título de exemplo, o que nos chegou pela pena de Aristófanes, que mesmo com as mãos inchadas devido à permanente presença de Onan como fraca compensação, ainda conseguiu escrever “Lisístrata”, aonde retrata a inutilização abusiva da boa prática, por causas humanas, completamente estranhas aos imediatamente prejudicados, a citar por ordem alfabética, o Caralho e a Cona. Nesta tragédia grega, o nosso Aristófanes descreve-nos o sofrimento dos falos, que em boa verdade, ficaram em sangue te tanto serem esfolados pelas rudes mãos dos seus transportadores, à falta de reconfortante mucosa de veludo que reveste os interiores de boa pachachinha, e já agora, se me permitem, apertadinha. As grutinhas também terão tido o seu sofrimento, pensando que na altura, consolo era sinónimo de maçaroca.
E posto isto, chegou o momento de apelarmos ao mais alto espírito corporativista do Coiso e pedir em uníssono: Unimo-vos em fodas saudáveis e revolucionárias. Deixemos os discursos que separam o conedo dos varapaus. Como poderemos sustentar essa renhida dicotomia entre a rata e ogre atiçado? Por via de dúvidas criou-se a camisa-de-forças, que à laia de outras desculpas, não serve nada mais, nada menos para separar os corpos da sua fricção milenar e inebriante. Imaginem uma minúscula câmara a dar-nos a imagem vermelha das mucosas em deliciosa confraternização, com os músculos pubococcigeos a apertarem em repetidas retrancas ao equilíbrio da entrada e saída do aríete em carne viva, de cabeça bojuda, quão uma possante piton a penetrar no orifício da sua toca de sauna. A “Punheta Clássica “ e o “Minete Contemporâneo”, sem desfazer da sua utilidade insofismável, não são substitutos da foda cona-caralheira, mas sim um complemento ao bom andamento das secreções lúbricas da popular esfregadela à quatro pés (sem querer excluir a pan-queca, abordo aqui a “foda um caralho - uma cona” para poder dar melhor transparência ao discurso fodal, e noutro post mais oportuno falarei na modalidade estereofódica). E termino mais uma vez com esse apelo internacionalista:
-Caralhos e Conas de todo o mundo, Uni-vos!!!

"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

CONA enTUSiAsta 

Os comentarios deliciosos desta cona entusiasta seduziu-nos a coloca-los como post:

“a devaneios culinários todo nos somos dados... deliciosas orgias gastronómicas nas quais cada etapa é fruída D. maneira apurada por aquele q degusta a almejada refeição... cheiro, gosto, visão e tacto combinados na + profunda e húmida revolução dos sentidos...
mas o ponto da disserção pelo qual eu gostaria d pegar é o da imagem da pachachinha q percorre corpo alheio ao seu, cuidadosa/ alimentando-se do sal q dele provem e limpando-o através d 1 rasto d deliciosa seiva... visão surreal q conduz a satisfação através da esfregação ... hmmm ... corpo durinho feito a medida p/ cona faminta e molinha s desfazer em viagens sucessivas enqt espera pela limpeza final q p/ ser rigorosa tem ser d dentro p/ fora d forma a q todos os sumos d frutinha gulosa sejam devida/ consumidos pela severidade potente d 1 dedicado pau... d vassoura!!!! ora pois, subscrevo a necessidade d 1 divulgação urgente destas + básicas regras d higiene pessoal ”
bastet
Ainda falam da geração conal rasca? Meus amigos, como diria o Professor Hermano Saraiva, estamos sim na era da Cona intelectual e da fruição da vida. Reparem como esta cona discorre em seu belo prazer e quiçá forma um caralho de palavras e é penetrada pelo jogo do discurso latejante.
"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

Saturday, January 10, 2004

Lasanha de Cona 

Quem não desejaria uma boa esfregadela pelo corpo, um banho com massagem, de mucosa conal a escorregar pela espuma do sabão, com a suave luva de massagem de crina pentelheira a excitar-lhe a epiderme? Imaginemos assim, um vai-e-vem de grelo, que nem o César Monteiro teria imaginado melhor. E ele diria " – Assim minha menina, faça a sua higiene com a parte nobre do corpo. Não sejamos egoístas no que concerne à limpeza. Não faz de si puta?! Mas sim uma divulgadora das boas normas sanitárias. Só assim se vislumbra a derrota dos agentes patogénicos. Assim minha menina, faz-me a água no bico, mas se assim não fosse, pouco importava, porque com essas manobras, há de ter uma bica de água a nascer-lhe nas partes. Disse nas partes? Que partes? Na cona, minha menina, na cona que Deus lhe deu!" Bendito sejais Senhor pela sua arte. Essa junção de mucosas, essa greta de garbo, esse espaço virtual anatómico que faz agitar as legiões e provocar a euforia dos poetas. E porque hoje desejei lasanha, proponho: Lasanha de Cona. Passo a receitar. Condimentos: Cona atrevida ou desinibida. Calda de tomate q.b. Sumo de limão. Bom vinho tinto. Deixar a cona aquecer em lume baixo, e de baixo para brando, assim, a remexer de leve, sem pressas. Ponha música e descontraia. O bolero vem a calhar, é de Ravel mas lembra-me a Boa Derek. Quando começar uma ligeira ebulição, aumente um dedal de fogo e aguente até o ponto. Quando estiver “au point”, aplique-se. Beba o vinho em taça e dê de beber à dona da cona, e porque não, dê à cona a sua parte (lembre-se que tudo que entra há de sair para si). Mame a cona. Agora. Ponha limão nas carnes circundantes. Não se esqueça do umbigo, e faça-o num ventre tostadinho, (procure cona que tenha passado férias ao sul e esteja a sair bem assadinha) deguste-o pelos mamilos. Deixe o lume subir mais. Quando estiver quase a ferver, espalhe a calda de tomate e saboreie à sua maneira e coma a cona como deus mandou. Está na hora do caralho! Entre só com a cabecinha e deixe que a panela arrebente, a cozinha, o fogão e a bilha do gás. Não se preocupe. Agora já no Céu, ninguém morre. Entrou? Então deixe que os espasmos lúbricos se apoderem da imaginação do seu corpo (afinal está no Céu) e imagina a luzidia mucosa que se entreabre desde os lábios passando pela vulva sagrada até os interiores doirados e aconchegantes da cona (será isso um lapso freudiano?). Tenha uma boa foda e viva bem!
"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

CONA NEURÓTICA 

Hoje abordamos a tipologia conal e começamos pela mais misteriosa e indecifrável, quase a tocar o inatingível do mundo do belo sexo: A Cona Neurótica.
A Cona Neurótica é para o mundo conal o adjectivo imprevisível. A impossibilidade de previsão leva-nos a encontrá-la suave e apaziguadora, ou abrupta e picante, quase a barba dos três dias a roçagar na pele leitosa de jovem a desflorar. Para os minetistas de carreira (conhecidos no mundo invejoso pelo injusto epíteto de “trombeiros”), sabem quão frustrante, é a imprevisível reacção da cona neurótica, à bolina artística de um linguado profissional, que pode ir ao modo “faca na manteiga” à cona embotada, dura e seca como o madeiro, prendendo a língua nas suas mucosas secas, mesmo quando haja copiosa saliva a tentar o impossível; a lubrificação de esponja ressequida. Para esta cona, não há receitas! Nesta situação, o fodilhão que se preze, terá de ter paciência e esperar pelo tempo das anáguas, e nessa altura poderá desfrutar de bom conedo, porque cona neurótica, em abono da verdade, não dá foda todos os dias, mas quando dá, é um dilúvio de sabores, gemidos e calores. Quem nunca ouviu que não há Conabela sem senão?

"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

O sexo duro é à borla? 

Aqui estou eu outra vez, para continuar a minha dissertação sobre o sexo e as borlas. Passando agora para a parte do sexo por si só, ou seja, fruto de um desejo incontrolável e animalesco (mas sem um sentimento demasiado profundo como o amor) continua a não haver borlas, existem vários casos em que este sexo acontece, mas nunca é gratuito.
Quando dois seres se encontram para o coito, trocam um vagaroso olhar, tocam-se, cheiram-se e saboreia-se (não necessariamente por esta ordem), trocam palavras doces ou obscenas preparando-se assim para sentir o prazer total e absoluto, será que tudo isto é de borla? Mas se é, é de borla para quem? Porque se há cona à borla também tem de haver piça à borla, de uma maneira geral, dizem que o homem está sempre pronto para foder, se querem saber a minha opinião, é verdade; quanto ao que se sente, é sempre bom, variando apenas na intensidade com que se sente; quanto à mulher, se não quer foder não fode, e se fode contrariada não sente nada, ou quanto muito sente dor; quando é ela que quer foder, tem orgasmos múltiplos (as mulheres são de extremos e pronto, não vale a pena tentar mudá-las). Digam-me então se todas estas acções são de borla, ou se são uma sucessão de acontecimentos que tem um objectivo perfeitamente delineado e claro: o prazer máximo para os dois ou mais intervenientes do acto sexual (os punheteiros que me perdoem, mas masturbação não é para aqui chamada).
Falando de casos mais complexos, um violador, tem cona à borla? E os remorsos com que tem de viver até ao resto da sua vida (espero que esses cabrões vejam para sempre as caras de pânico que as suas vitimas fizeram e ouçam claramente os seus gritos a martelarem-lhes a cabeça incessantemente), isto para não falar das raras excepções em que os criminosos são capturados e postos em prisões onde lhes vão ao cu com pilas quilométricas para ver se eles gostam.
Também há os artistas adeptos da técnica do peru, para quem não sabe, os perus emborracham-se antes de comer; esta prática milenar, é adoptada por muitos uma vez que a crença popular diz que as carnes ficam mais tenras; ora há por aí muito boa gente que convida uma amiga mais especial para sair e aplica-lhe a dita técnica, será de borla? Foda-se, ao preço a que está o vinho? Já para não falar das bebidas brancas; a única opção viável em termos de custo/beneficio é o bagaço, mas requer muita perícia para pôr uma mulher a bebê-lo.
Agora só falta falar de putas, mas fica para a próxima porque tá-me a doer a cona.

Friday, January 09, 2004

Nada é de borla 

Olá fodilhões deste nosso Portugal.
Acabei agora de almoçar, comi uma refeição tipicamente portuguesa: Bacalhau com Grelos, primeiro rapei muito cuidadosamente a pele de bacalhau e de seguida chupei avidamente o grelo, o pior é que o bacalhau estava salgado provavelmente por ter estado pouco tempo de molho; paciência sempre é melhor assim do que a saber a sabão azul, ou pior a sabonete rasca da loja dos 300. Mas chega de falar do almoço porque já vi que as vossas cabecinhas já estão a pensar noutras coisas, que, apesar de também serem de comer, não são para aqui chamadas.
Quanto ao tema de hoje, será que há alguma coisa de borla? Eu penso que não, muito menos uma cona; toda a acção humana tem um objectivo seja alcançado a curto, médio ou longo prazo, externamente ou internamente; como diz um amigo meu: "Só ajudamos os outros para nos sentirmos bem com nós próprios", ou seja mesmo no acto mais altruista estamos a pensar no nosso bem estar.
Passando para o caso específico do sexo, é óbvio que não há borlas, dizem que o amor é uma palavra inventada pelo homem para foder de graça, e então as preocupações com a mulher amada, o apoio psicológico nos momentos mais difíceis, a compreenção dos problemas dela, as tardes perdidas às compras na Zara enquanto nos podia-mos estar a emborrachar com os nossos melhores amigos numa esplanada à beira-mar; isto para não falar das prendas que se dão de vez em quando e de filmes como o Titanic que nos obrigam a ver no cinema, acham que isto não é paga suficinte???
E para a mulher, será que aturar-nos bêbados que nem cachos quando bebemos demais numa festa, quando as deixamos sozinhas numa tarde soalheira de Domingo para ir ao futebol, ou quando encontramos um amigo e passamos para a conversa dos carros e mulheres, isto para não mencionar aqueles maridos à antiga que não ajudam a mulher a fazer nenhum em casa e ainda exigem a comidinha quente na mesa à hora certa e que não a deixam vestir-se bem ou arranjar-se para sair, ou pior quando não a deixam sequer sair e ainda lhes dão um arrail de porrada por cima (parece mentira mas isto ainda acontece num país civilizado como o nosso). Será que isto tudo é grátis? Uma coisa é certa se fôr com amor quase tudo vale a pena (excepto a repressão descrita na última frase).
Continua mais tarde porque estou a ficar muito lamechas.

Wednesday, January 07, 2004

receita para amaciar a cona 

Sugiro para o dia de hoje, que convides cona já conhecida, não cona em vista (essa não te dá garantias e portanto deixamo-la para outra postada!) para jantarzinho de arroz de marisco, bem condimentado e um bom vinho verde a acompanhar (para os puristas do vinho, o verde não é vinho, mas a verdade é que aquece lá as partes!). Se fores bom cozinheiro e com casa própria, já meteste o código postal! (andaste meio caminho) senão, sempre tens a opção de convida-la para um recanto que fique situado à beira-mar. Deixa a conversa fluir e imagina o sobrolho da crica a entreabrir-se à medida que a palavra flúi, e isso há de te dar alento ao pau. Não te enganes a ti nem a ela. Conversa à bolina que assunto virá, porque se é rata conhecida, e se fores bom fodilhão, decerto que aprecias uma boa conversa entre coitos, que se não faz parte da foda em si, já devia ser! Não te precipites e espera que ela te peça o mangalho, a modos educados, e que após limpar a boca te engula o marsápio. E lembra-te sempre que nada há de mais macio que ratinha molhada e sequiosa após um jantarzinho bem regado. E sem querer dar uma de La Fontainne, para ilustrar a dica, nada melhor que uma fábula:
"Havia uma rata preparando-se para comer uma mosca, quando um macho que observava a cena disse:
- Rata, não comas já a mosca! Espera que a abelha a coma, e depois tu comes a abelha. Ficaras melhor alimentada.
A rata assim fez e, efectivamente, passados alguns segundos, veio a abelha que comeu a mosca.
A rata preparou-se, então, para comer a abelha, mas o macho interrompeu-a novamente:
- Rata, não comas a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai come-la, então tu comes a aranha e ficaras melhor alimentada.
A rata de novo esperou. A abelha levantou voo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a.
A rata preparou-se para saltar sobre a aranha, mas, de novo, o macho interveio:
- Rata, não sejas precipitada! Há-de vir o pássaro que comerá a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficaras melhor
Alimentada.
A rata, reconhecendo os bons conselhos do macho, aguardou. Logo após, chegou o pássaro que comeu a aranha.
Entretanto, começou a chover, e a rata, ao atirar-se sobre o pássaro, para o comer, escorregou e caiu numa poça de água.
Moral da historia:
Quanto mais tempo dura os preliminares, mais molhada fica a rata.”
"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

Précoitus 

Falo na cona à borla porque na verdade transporto um caralho, que persegue as conas, desde tenra idade, assim que tomei consciência da minha "investida fálica". Este impulso tem preenchido uma boa parte do meu tempo físico e neurológico, e a procura de conas sedentas por parte do meu corpo a mando do caralho vem-se processado de modo regular, mas com períodos de grande intensidade e de normal intensidade. Mesmo na doença ou na miséria ele se tem revelado um ditador de quatro costados, escravizando o resto do corpo a seu favor em busca de tão sedenta grutinha demolhada. Entendo que alguns donos de caralhos não possuam esse impulso de modo tão intenso e critiquem essa minha postura, e aceito ainda que algumas donas de conas não admitam muito bem essa atitude de "investida pénica", mas como diz o povão,"O que tem de ser, tem muita força!" O respeito pela diferença é muito bonito e aqui estou eu para defende-la e evidencia-la. Se o dono do caralho não quer foder, que se foda!!!
"Querias cona à borla? Agora é que te fodeste!"

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